17 May

Confêrencia Crescendo Azul

Confêrencia Crescendo Azul

Moçambique pretende juntar-se ao movimento global de chamamento para acção lançado pelas Nações Unidas e por vários organismos responsáveis pela sustentabilidade dos Oceanos no quadro da implementação do ODS14, estabelecendo uma plataforma de diálogo permanente, a realizar-se em séries, bienalmente, denominada de Conferência “CRESCENDO AZUL”. As abordagens da Conferência, inseridas nas áreas temáticas indicadas no presente documento, focalizar-se-ão no país e na Região Ocidental do Oceano Indico (zona de inserção geográfica de Moçambique), com o objectivo de promover a concertação, o alinhamento e a partilha do conhecimento, necessários a um efectivo cumprimento dos compromissos assumidos, no quadro da implementação do ODS14.

A edição da primeira conferência é realizada no reconhecimento de que o conhecimento, assente na investigação científica e tecnologia, é a chave basilar para o desenvolvimento da Economia Azul. Considerando o contexto nacional e regional, caracterizado por limitado conhecimento científico e desenvolvimento tecnológico, urge a necessidade de se direccionar recursos de investimento, tanto na formação como no reforço ou criação de capacidade técnica e institucional, para permitir que a ciência e tecnologia informem o desenvolvimento de uma Economia Azul sustentável.

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29 Mar

Programa Mais Peixe

Programa Mais Peixe

O programa Mais Peixe, sob gestão do Fundo de Fomento Pesqueiro (FFP), é instrumento para estimular, atrair e orientar investimentos privados através dos financiamentos de projectos e acções prioritárias para o sector pesqueiro de Moçambique.

Este programa, prevê a prestação de apoio por meio da concessão de subvenções financeiras (recursos não reembolsáveis) viabilizadas por duas janelas de financiamento orientadas para a: Pesca Artesanal (Janela 1); e Pesca e Aquacultura Comercial (Janela 2).

Faz parte dos objectivos prioritários do Mais Peixe, a promoção das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e iniciativas estratégicas privadas e das organizações consideradas chave para o desenvolvimento da cadeia de valor da pesca e aquacultura, com o envolvimento inclusivo das comunidades.

22 Oct

Acordo reactiva programa de impulso á aquacultura

Acordo entre MIMAIP e RM para veiculação de mensagens educativas sobre pesca e aquacultura

A veiculação de mensagens educativas sobre o desenvolvimento sustentável da pesca e da aquacultura, é o principal objectivo de um programa radiofónico a ser difundido em todo o território nacional, em 19 línguas moçambicanas.

A iniciativa é resultado de um acordo celebrado recentemente, na cidade de Maputo, entre a Rádio Moçambique (RM) e o Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP), que marca o retorno de um programa anteriormente difundido neste órgão de informação.

Segundo o ministro do pelouro, Agostinho Mondlane, durante o período da sua vigência, nos anos idos, o programa conheceu e granjeou audiência, devido à qualidade dos conteúdos didácticos nos temas abordados.

“É uma verdadeira escola para os praticantes da pesca e aquacultura, e não só”, reiterou, acrescentando que o produto a ser relançado em breve é “enriquecido com novos conteúdos, cobrindo temas desde a pesca, processamento e comercialização”.

Agostinho Mondlane pretende que o programa funcione como uma plataforma de partilha do conhecimento entre actores e fazedores da pesca e da aquacultura. “Vamos também difundir progressos que temos vindo a registar neste mesmo subsector de actividade”, disse.

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da RM, Abdul Naguibo, disse que a iniciativa vai permitir a expansão de mensagens junto à população quer no meio urbano quer do rural, alcançando o maior número possível de ouvintes.

Abdul Naguibo garantiu que serão veiculadas informações para dotar as famílias de técnicas de criação de peixe em pequenas áreas, como meio de sustentabilidade.

Espera-se que o programa ajude a desincentivar certas práticas nocivas, como por exemplo, a pesca em períodos de veda, uso de artes também nocivas, o abate de mangal, entre outras acções que atentam contra a saúde do mar, das aguas interiores e das espécies marinhas de um modo geral.

In. Notícias 22.10.18

02 Sep

Moçambique e o Mundo: alargando o mercado – FACIM 2018

Sob o Lema “Moçambique e o Mundo: alargando o mercado, promovendo o investimento e potenciando parcerias” decorre de 27 de Agosto a 02 de Setembro a 54ª Edição da Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM) em Marracuene.
A abertura oficial desta edição foi dirigida pelo Primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário. O Sector das Pescas teve a honra de receber no seu Stand o PM, onde apresentou as representações que trouxe para está edição, com o destaque para a tecnologia de criação de peixe em cativeiro em gaiolas flutuantes, amigas do ambiente, feita por estudantes da Escola de Pesca, com recurso a material não poluente.
Outro destaque que se pode visitar no Stand da Pesca e Aquacultura é a iniciativa privada do programa piloto “Camião do Peixe” uma iniciativa que surge na sequência da participação no Fórum da Aquacultura, de dois empreendedores, um do sector de produção a Chicoa Fish Farm e outro do sector do agro-processamento, a Khulibwa Sabores Fumados.
26 Jul

Lançamento oficial da iniciativa piloto “Camião do Peixe”

Lançamento oficial da iniciativa piloto “Camião do Peixe”

Decorreu no dia 19 de Julho do corrente ano, pela 15:00 horas no Museu das Pesca, o lançamento oficial do programa piloto “Camião do Peixe” pela Sua Excia o Vice Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas. Participaram no evento várias entidades, como o corpo diplomático, investidores, membros do Conselho Consultivo do Ministério, aquacultores, órgãos de comunicação entre outros.

A cerimónia iniciou com a apresentação das notas de boas vindas proferidas pela Directora Geral Adjunta do IDEPA, Verónica Quina Namashulua, desejando calorosamente boas vindas a todos os presentes e em particular aos dois empreendedores que decidiram conjuntamente trabalhar na promoção da  cadeia de valor da aquacultura, concretamente na comercialização da Tilápia fresca e processada de diferentes formas.

E para falar da Khulibwa – Sabores Fumados foi convidada a proprietária, Cândida Magaia que tomando da palavra, começou por dizer que o projecto foi resultado de várias trocas de experiência ocorridas no Fórum da Aquacultura realizado em 2017 no distrito de Bilene, província de Gaza. Referiu ainda que o objectivo do projecto é de criar condições e facilidades aos pequenos produtores para o acesso ao mercado através da compra de seus produtos, agregação de valor ao peixe através de diferentes técnicas de processamento do pescado (fresco, salgado e fumado) até a sua venda ao consumidor.

Para a concretização da ideia foi necessário uma parceria entre a empresa Khulibwa – Sabores Fumados e a empresa Chicoa Fish Farm, localiza na província de Tete. Numa fase inicial a parceria será entre as duas empresas e a posterior irá abarcar outros produtores de tilápia.

Durante a cerimónia foi também convidado o representante da Chicoa Fish Farm o Sr. Paulo Borges que sem muito se alongar falou da importância da tilápia para a saúde humana e da parceria criada com a empresa Khulibwa – Sabores Fumados que apareceu num momento bastante oportuno para a colocação no mercado de grande parte do pescado produzido pela empresa Chicoa Fish Farm.

 

Fez-se também presente no evento a Directora Executiva da África Management Service and Company (AMSCO), Hélia Nsthandoca, que tomando da palavra, enalteceu o resultado alcançado pela empresa Khulibwa – Sabores Fumados e o papel que o governo joga na promoção do empreendedorismo juvenil nacional.

Para se referir do papel do empreendedorismo juvenil para a criação de emprego, Juceline Guirengane, Presidente da Associação Nacional de Jovens Empreendedores (ANJE), referiu-se do papel da Mulher na promoção do empreendedorismo juvenil e sobre os passos dados no desenvolvimento da empresa Khulibwa – Sabores Fumados e da importância da persistência para se alcançar o sucesso. Referiu-se também que este é um exemplo que deve ser seguido pelos demais jovens empreendedores ao longo do País.

E para proceder o lançamento oficial do “Camião do Peixe” foi convidado Sua Excia o Vice Ministro do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, Henriques Bongece que começou por enaltecer a iniciativa e apelando pela réplica da iniciativa do género para a região Centro e Norte do País. Afirmou também que a iniciativa é inovadora, arrojada e traduz de forma eloquente a verdadeira face de empreendedorismo, da pujança da mulher moçambicana e do comprometimento do jovem pelas causas do País.

28 Jun

Pesca ilegal gera perdas anuais de 60 milhões de dólares

Pesca ilegal gera perdas anuais de 60 milhões de dólares

MOÇAMBIQUE perde anualmente cerca de 60 milhões de dólares norte-americanos devido à pesca ilegal.

O facto foi revelado ontem, em Maputo, pelo Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, na abertura da 7ª Reunião do Grupo de Trabalho da Fish-I África, organismo do qual fazem parte Moçambique, Quénia, Seychelles, Comores, Tanzania, Madagáscar, Maurícias e Somália.

Para responder a esta modalidade de crime transnacional, a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) está a idealizar a criação de um Centro Regional de Controlo, Monitoria e Fiscalização (MCS), que terá o seu domicílio no distrito municipal KaTembe, em Maputo.

A infra-estrutura, segundo Agostinho Mondlane, estará equipada com tecnologia de ponta e contribuirá para a melhoria do sistema de vigilância e fiscalização marítima na região da África Austral.

A posição geoestratégica do país é, de acordo com Mondlane, um atractivo para os sindicatos da pesca ilegal. O território nacional possui uma costa com uma extensão de 2700 quilómetros. Por outro lado, o país partilha o Canal de Moçambique com outros países da região, que é uma importante rota de navegação marítima.

Cerca de 60 por cento da população moçambicana vive no litoral e depende do mar como principal fonte de subsistência.

Perante a ameaça que a pesca ilegal representa, o ministro Mondlane defendeu a união de esforços e a partilha de informação entre os países que têm acesso ao mar.

“O mar e os seus ecossistemas são espaços onde não é possível colocar barreiras físicas. Por isso, exige-se que os governos e parceiros de cooperação promovam a exploração sustentável dos recursos marinhos, com vista ao fortalecimento das suas economias, em benefício dos povos”, exortou.

 

A pesca ilegal representa, igualmente, um perigo aos ecossistemas marinhos por causa da poluição que geralmente acompanha esta actividade. A adesão de Moçambique ao Fish-I África, em 2012, tem-se traduzido na melhoria das acções de monitoria, vigilância e fiscalização da actividade pesqueira.

Graças à esta plataforma, foi possível a captura das embarcações Thunder, Nessa 7 e o STS 50 que, no início do ano, invadiram as águas territoriais.

Além do produto capturado a coberto da pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, o país incorre igualmente em prejuízos decorrentes da fuga ao fisco e do não pagamento de taxas portuárias.

in: Jornal Notícias 27.06.18

 

28 Jun

Celebração do dia da Função Pública

Celebração do dia da Função Pública

Sob o Lema

“Combatendo a corrupção nas instituições públicas, através da participação e promoção na liderança ética para a concretização dos objectivos do desenvolvimento sustentável ”,

O IDEPA participou ontem, da celebração do 23 de Junho, dia Internacional da Função Pública. Efeméride que contou com a participação de Membros de Conselho de Ministros, Secretários Permanente, entre outros funcionários públicos.

As festividades na Cidade de Maputo, foram marcadas por uma marcha à Praça dos Heróis e por actividades culturais e feiras na Praça da PAZ.

 

 

04 Apr

Capacitação em Maputo em usos de equipamento de Apoio a Pesca

Capacitação em Maputo em usos de equipamento de Apoio a Pesca

Pescadores, treinados em técnicas de uso de gelo a bordo e uso de equipamento de apoio a navegação e pesca na província de Maputo, distritos de Marracue, Matutuine e Inhaca.
A capacitação ocorreu nos centros de Pesca de Macaneta, Santa Maria e Farol, onde contou com participação de mestres e marinheiros das embarcações, em Matutuine, na localidade de Machangulo onde foi usado uma embarcação de casco tabuado de 7,5 metros de comprimento em Inhaka, teve lugar no Farol, em embarcação de fibra.

Durante a capacitação, foram também divulgadas linhas de credito, que facilitam aos pescadores a aquisição de equipamento.
A missão foi levada a cabo, por técnicos da Direcção de Promoção da Produção Pesqueira, técnicos da Direcção Provincial do Mar, Águas interiores e Pescas de Maputo e um estudante da Escola de Pesca, em estágio no IDEPA. Esta missão teve duração de..

Recomendação da Equipa

Para efeitos de maior e melhor aproveitamento da plataforma continental de mar aberto pela pesca artesanal, estão em processo de implementação unidades de pesca adequadas as exigências que são impostas nestas condições (com maiores índices de segurança no mar, pescado com alto valor comercial mantido em gelo, esforço de pesca em novas zonas e no possível, dirigido a outros recursos). A utilização dos instrumentos de precisão (ecosondas, GPS e meios de comunicações) é imprescindível nesta fase de crescimento, pois reduzem o tempo de navegação e tornam a actividade mais precisa.
Para que a implementação da pesca em mar aberto alcance os objectivos desejados, é preciso que o trabalho de sensibilização seja mais abrangente, apoiar e garantir que os pescadores tenham mais embarcações adequadas a pesca em mar aberto e assegurar a capacidade técnica dos operadores no manuseamento e manutenção dos equipamentos de pesca (ecossondas, GPS e meios de comunicação), equipamentos imprescindíveis nesta fase de crescimento.